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Preço do café : veja o que o varejo supermercadista deve esperar para 2026
O café percorreu um caminho de alta significativa nos últimos dois anos, impactando diretamente os supermercados e as operações do setor. O reajuste expressivo foi impulsionado por uma combinação de fatores: problemas climáticos nos principais países produtores, queda na oferta nacional, ritmo acelerado das exportações e desvalorização do real frente ao dólar, afetando os custos desde a indústria até as gôndolas. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, entre janeiro e novembro de 2025, o café acumulou alta de 36%. O café moído seguiu praticamente estável em relação ao ano anterior, totalizando 75,6% de aumento acumulado em dois anos, enquanto o café solúvel e o tradicional cafezinho subiram 22,66% e 16,70%, respectivamente. “Se compararmos 2025 com 2024, vamos ver que o preço do café moído se manteve semelhante, enquanto o solúvel e o cafezinho mais do que dobraram. Ainda assim, o aumento acumulado no pó de café é de quase 80% em quase dois anos. É muito alto. Como é uma commodity, quando há expectativa de seca, o preço sobe. Se há chuva, ele se reverte”, explica Felippe Serigati, pesquisador do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV Agro. O principal motivo para a manutenção dos preços elevados é o impacto da safra anterior. Em 2024, o clima adverso prejudicou a florada dos cafezais, etapa essencial para definir a produtividade, reduzindo a quantidade e a qualidade dos grãos disponíveis no mercado. A recuperação depende não apenas das chuvas recentes, mas também da capacidade de reposição de estoques e da recomposição da indústria de moagem. A demanda global também contribui para pressionar preços. Enquanto o consumo no Ocidente se mantém consolidado, países asiáticos registram crescimento contínuo na procura pela bebida. “O café está caindo no gosto e no hábito da sociedade do Oriente. O descompasso entre demanda e oferta mantém os preços em patamares elevados, como vimos ao longo de 2025”, destaca Serigati. Para o varejo supermercadista, essas variações impactam diretamente a margem e o planejamento de sortimento. Além do café em pó, itens como café solúvel e o tradicional cafezinho, consumidos em padarias e conveniências, sofrem influência do custo da matéria-prima e da inflação de serviços, como aluguel, mão de obra e operação das máquinas de preparo. Quanto a 2026, os primeiros sinais da nova safra são animadores. A floração das lavouras de café arábica no Sudeste foi favorecida pelas chuvas a partir de setembro, segundo o Cepea. Apesar disso, a previsão é de safra maior, mas não recorde, com produção ainda abaixo do potencial máximo. “Mesmo que seja uma safra maior, há uma demanda crescente e o mercado tem operado de forma apertada nos últimos dois anos. A recomposição industrial ainda será gradual”, avalia Serigati. Outro fator crítico para o setor supermercadista é a taxa de câmbio. Como o café é uma commodity cotada internacionalmente, qualquer variação do dólar impacta diretamente no preço final ao consumidor. O arábica acompanha a bolsa de Nova York, enquanto o conilon (robusta) é negociado em Londres, reforçando a necessidade de planejamento estratégico para compras e estoques. “Com commodities precificadas em dólar, se a moeda americana valorizar ou desvalorizar, tudo é afetado. Para o varejo, é fundamental monitorar câmbio, safra e demanda global, porque esses fatores determinam o custo e a disponibilidade do produto no ponto de venda”, finaliza o especialista. Para redes supermercadistas, a orientação é acompanhar de perto o desenvolvimento da safra, ajustar estratégias de compra e negociar com fornecedores para equilibrar preço, disponibilidade e rentabilidade, garantindo que o café permaneça competitivo nas gôndolas e atrativo para o consumidor final.
12/12/2025
Por dentro da asserj
Pesquisa da ASSERJ revela perfil dos consumidores cariocas para festas de fim de ano
A mais recente pesquisa da ASSERJ ganhou destaque na coluna da jornalista Míriam Leitão, no jornal O Globo, reforçando a importância do levantamento para entender como os cariocas pretendem consumir no Natal e no Réveillon de 2025. Realizado diretamente nos pontos de venda do varejo supermercadista, o estudo revela que os consumidores planejam gastar entre R$ 250 e R$ 850, com o Chester, o bacalhau e o peru liderando a mesa de Natal — sendo que um terço prevê desembolso a partir de R$ 500. Para economizar, 66,5% fazem substituições, como trocar peru por Chester e bacalhau por merluza. A maioria realiza as compras entre uma e duas semanas antes, sendo 36,2% uma semana antes, 25,7% duas semanas antes e 22,7%, e o preço é o principal critério para definir o prato principal. A Black Friday não influenciou as compras de fim de ano — 60,5% não anteciparam aquisições no período. Além disso, estratégias de economia, como clubes de vantagens, encartes e aplicativos, são amplamente utilizadas por 66,5% dos consumidores, que revelaram as confraternizações costumam reunir de três a seis pessoas (40,8%), Para o Réveillon, a cerveja é a bebida mais consumida (41,1%), e 73,8% mantêm a tradição da ceia especial. Segundo o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, o varejo supermercadista está pronto para atender um consumidor que busca tradição, conveniência e economia. Quer ler a matéria publicada na coluna da jornalista? Clique AQUI!
11/12/2025
Associados em foco
Antoane Correa reúne público em noite marcante para lançar seu primeiro livro
A Livraria Nobel de Petrópolis recebeu, nesta terça-feira (9), o lançamento de “Desenvolva as suas Alavancas”, livro de estreia do empresário Antoane Correa, diretor-presidente da rede de supermercados Armazém do Grão. O evento reuniu dezenas de convidados — entre empresários, executivos, profissionais liberais, familiares e amigos — e marcou a apresentação oficial ao público de um método próprio, desenvolvido a partir de mais de 30 anos de vivências no empreendedorismo. Disléxico e muitas vezes desacreditado na infância, Antoane iniciou sua trajetória no universo dos negócios aos 7 anos, ajudando os pais na antiga Panificadora Castrioto. Sob sua liderança, o pequeno comércio de bairro evoluiu para uma rede varejista estruturada e reconhecida: o Armazém do Grão, presente na Região Serrana e também na capital fluminense, na Barra da Tijuca. “Hoje é um dia muito especial para mim. Estou muito feliz e grato pela presença e pelo carinho de todos. Comecei a escrever este livro em 2023, dedicando cada intervalo da rotina a esse propósito. Aqui está um pouco da minha trajetória, mas principalmente um legado — para quem deseja empreender e crescer, mesmo quando os desafios parecem maiores que os sonhos. Que esta obra possa ser uma alavanca real de transformação na vida de muitas pessoas”, afirmou Antoane Correa. Publicado pela Editora Manjedoura, o livro apresenta o conceito das “alavancas” — um modelo que transforma talentos, limitações e adversidades em impulso para alcançar objetivos maiores. A metodologia reúne reflexões e exercícios práticos voltados ao autodesenvolvimento, mentalidade empreendedora, alta performance e construção de uma vida pessoal e profissional mais sustentável. Com 192 páginas, a obra reúne aprendizados que também inspiram a cultura do Armazém do Grão e fundamentam os treinamentos da UniGrão, universidade corporativa criada por Antoane para capacitar colaboradores e desenvolver lideranças dentro da própria companhia. Durante o evento, o autor recebeu leitores, conversou com convidados, autografou exemplares e ressaltou que o livro representa mais do que o registro de uma trajetória: é um convite para que cada pessoa identifique e aproveite o que tem de melhor para evoluir, se reinventar e empreender com propósito.
11/12/2025
Associados em foco
Guanabara renova adegas e lança campanha com 500 vinhos e espumantes
A rede de Supermercados Guanabara apresenta a campanha “Do mundo para o Guanabara”, que celebra a renovação das adegas em suas 28 lojas. A ação reúne mais de 500 rótulos nacionais e importados — sendo 300 deles exclusivos — e oferece diversas promoções diárias. Sob a curadoria do premiado sommelier Dionísio Chaves, a iniciativa reforça o compromisso da rede com qualidade e excelência, consolidando o Guanabara como um dos principais destinos para a compra de vinhos no Rio de Janeiro. A campanha conta com uma ampla estratégia de comunicação, desenvolvida pela agência Fullpack. Foram produzidos banners, faixas, adesivos de gôndola, materiais de PDV, outdoors e uma série de vídeos, veiculados na TV e nas redes sociais, destacando a renovação das adegas e as ofertas especiais para os clientes. O portfólio do Guanabara inclui vinhos e espumantes importados de oito países, além de uma seleção de marcas nacionais. Entre as regiões representadas estão oito de Portugal, 11 da Itália e dez da França, com expansão prevista para 16 países em 2026. “O processo de seleção de vinhos para diferentes públicos foi detalhado e minucioso. Visitei mais de 30 vinícolas em oito países ao longo do último ano e consegui preços muito atrativos. Escolhi vinhos de altíssima qualidade, que agora estão disponíveis nas gôndolas com excelente custo-benefício. Os clientes vão comprovar isso nas lojas”, afirma Dionísio Chaves. A renovação das adegas envolveu também a capacitação da equipe de atendimento e a reorganização da exposição dos produtos. Atualmente, quase todos os profissionais da adega são treinados pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS). Segundo Dionísio, a diversidade de faixas de preço — dos mais acessíveis aos premium — e o cuidado na apresentação dos produtos tornam a experiência de compra ainda mais prazerosa e especial. Em seis meses, a rede adquiriu 53 contêineres de vinhos. Com preços competitivos e uma equipe preparada para orientar os clientes, o Guanabara alia qualidade, diversidade e inovação. “Meu trabalho é garimpar as melhores opções em cada faixa de preço e oferecer mais do que uma garrafa de vinho: uma experiência completa. Buscamos as joias preciosas para proporcionar ao público a melhor experiência possível. Com uma equipe preparada, o Guanabara une qualidade, variedade e inovação para ampliar esse universo de descobertas”, explica o sommelier. Dionísio ainda brinca que o objetivo é “tirar a gravata do vinho”, tornando o consumo mais leve, simples e acessível, e desmistificar a ideia de que vinho bom precisa ser caro. “Existem ótimos rótulos em todas as faixas de preço, e o público poderá comprovar isso na prática”, finaliza.
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Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
2/5/26, 4:00 PM
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